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FORÇA TAREFA

Pontes de estradas continua em situação precária em Figueirópolis d'Oeste


Por Ferreira Júnior | Popular Online

Ponte de acesso à comunidade Nossa Senhora de Fátima (Foto: Popular Online).

Praticamente três meses depois da realização de uma "Força tarefa", organizada por deputados e prefeitos dos municípios vizinhos, para socorrer Figueirópolis d’Oeste (a 391km de Cuiabá), que teve, em fevereiro, estragos em diversas estradas, pontes e bueiros, os moradores de algumas comunidades localizadas no município ainda estão enfrentando dificuldades, principalmente com a existência de pontes em situação precária, com trânsito proibido para caminhões e ônibus.


Diante da situação causada pelas chuvas ocorridas em fevereiro, o Consórcio Nascentes do Pantanal disponibilizou seis caminhões, duas patrolas, pá-carregadeira, escavadeira e melosa. A prefeitura do Vale de São Domingos contribuiu com um caminhão e Jauru com uma pá-carregadeira. O gestor de Pontes e Lacerda disponibilizou dois caminhões, uma pá-carregadeira e funcionários, mas nove dos onze vereadores votaram contra, questionando a situação das pontes e da precariedade das ruas em Pontes e Lacerda.


No período, houve denúncia, de que a estrutura doada para o atendimento de emergência estaria sendo utilizada politicamente, beneficiando propriedades particulares com serviços de aterro. Na época, uma das imagens mostrou um caminhão que seria parte dos equipamentos recebidos depositando terras em um terreno em frente ao Terminal Rodoviário da cidade, que foi devidamente aterrado.

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"A chuva passou por cima dessa ponte e fez todo esse estrago, impedindo a passagem de caminhão e ônibus", disse um dos moradores da comunidade Nossa Senhora de Fátima, onde está localizada uma ponte em estado de precariedade, situação lamentável, segundo o morador que espera ação por parte da gestão pública municipal.



Moradores que utilizam a estrada que dá acesso à comunidade Brigadeiro, localizada no município, também reclamam da falta de ação do poder público em relação a uma ponte que seria construída de concreto e está em situação deplorável. "Era para ter feito quatro meses antes, mas, a desculpa deles é que a pandemia atrapalhou o serviço", disse o morador que não quis se identificar, temendo perseguição.


Os trechos interditados para caminhões e ônibus em ambas as comunidades estão indicados por placas expostas pelo setor de obras da administração pública municipal.


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